Hoje me deparei com uma matéria publicada no jornal "O Globo" difícil de introjetar. Noticia-se que Maria Bethânia teria recebido R$ 1.200.000,00 para montar um blog, cujo conteúdo, além do normal, contaria com a participação da referida artista interpretando algumas poesias especialmente escolhidas para tanto.
Considero Maria a melhor intérprete viva do momento e admiro muito o trabalho que realiza interpretando textos e poesias de autores famosos, como Fernando Pessoa, Castro Alves, etc., todavia, não posso deixar de registrar - confirmada a informação - minha mais profunda decepção. Que o Ministério da Cultura transmutou-se em Centro de Deformação das finalidades intrínsecas esculpidas no texto constitucional, um lugar onde o amigo do amigo do rei é saudado como fonte provável de uma erudição carimbada pelo filho da puta que o outro filho da puta colocou lá, em cargo ocupado em comissão, não se constitui novidade, mas que artistas como Maria Bethania, sujeitar-se-iam a aceitar tamanha soma para viabilizar uma coisa tão trivial, realmente me surpreendeu.
É chegada a hora do povo compreender porque muitos artistas se reunem em torno de animais políticos que tentam cooptar sua inteligência em busca de votos. Para não me alongar no assunto, remeto o leitor a matéria anteriormente publicada (20/07/2010), sob o título "O estado da cultura nacional que o Estado patrocina " .
Artistas que cultuaram em suas obras o repúdio à imoralidade, a defesa do pobre e oprimido, a justiça social, o trabalhador e outros temas popularescos, vem demonstrando que sua alma pode, na verdade, estar recheada de dólares, dinheiro público fácil, politicagem e outras sacanagens que são geradas em solo pátrio há séculos.
Quem está no comando do Ministério da Cultura atualmente? O Sarney? Não! (responde alguém). O Collor? (não!). O Paulo Maluf então!? (não porra!). Um general da ditadura militar? (eta, sai fora meu!). O alguém que sabe assopra que é irmã de um grande compositor que fez um grande show no canecão com Maria, mas eu não entendo de MPB e fico babando diante de tanta ignorância de minha parte.
Carcará é uma ave que avoa que nem gavião....não...Carcará é um espírito de porco que finge que luta a favor dos oprimidos em troca de um milhão...
Alguém poderia me emprestar um milhão e duzentos mil para eu declamar poesias nesse blog?
Fica solicitada escusas se a matéria não tiver embasamento fático ou factível, mas se crível, então é incrível que ninguém faça nada para apurar tamanha falcatrua cultural, política e prejudiciosa ao erário público.
Quando se fala em incentivo à cultura, que não se entenda que o Estado deve cooptar artistas para barganhar possibilidades, estranhas ao conceito de eticidade, nem consolidar o deplorável pelo amor ao enauseante, mas se quer dizer que a "sociedade" deve se mobiliar para fomentar possibilidades que viabilizem a liberdade de expressão, preferencialmente, de forma a contribuir com o aprimoramento da inteligência coletiva, se não de toda a nação, ao menos de Santo Amaro.
Calhordas: desuni-vos!
Esse espaço nasce como um útero maduro, aguardando ansiosamente pela fertilização da inteligência de toda uma nação, na luta contra a abstração de um ente teratológico conhecido pelo cognome de "Estado". Para repensar a realidade desse ser imaginário que produz efeitos concretos na vida de todos nós, é que a vontade abriu de vez suas pernas às idéias que possam fecundar as almas que pensam, e as que não pensam assim.
quarta-feira, 16 de março de 2011
quarta-feira, 9 de março de 2011
Ajustando o nariz longe dos óculos.
Em relação à matéria anterior, quando se abordava sobre miopias e coisas afins, registramos que o jornal Folha de São Paulo anotou o sucesso do empreendimento (palestra de Lula aos empresários), com cerca de duas mil pessoas assistentes (no sentido de assistir com os olhos, míopes ou não), havendo o evento sido patrocinado pela empresa IG e por "clientes e parceiros", o que, se verdadeiro o cachê cobrado por Lula (é claro, isso só pode ser uma peça teatral), ele praticamente garantiu uma aponsentadoria muito maior do que aquela constante da tabela instituída pelo INSS para animais comuns e do povo.
Não lembro o que escrevemos na matéria anterior (o pior cego é o que não quer ver) e estou sem óculos no momento, razão pela qual não vou arriscar comentar o assunto (em terra de cego que tem óculos as vezes prefere esquecê-lo na gaveta).
Onde estão as minhas mãos!!??
Ei!! Quem apagou as luzes?
Não lembro o que escrevemos na matéria anterior (o pior cego é o que não quer ver) e estou sem óculos no momento, razão pela qual não vou arriscar comentar o assunto (em terra de cego que tem óculos as vezes prefere esquecê-lo na gaveta).
Onde estão as minhas mãos!!??
Ei!! Quem apagou as luzes?
quarta-feira, 2 de março de 2011
Em terra de cegos, quem tem miopia não pode afirmar que viu.
Estava lendo o jornal Folha de São Paulo na internet, quando me deparei com uma notícia imprensada do lado direito de quem ao jornal lê, dando conta que nosso excelentíssimo ex-Presidente da República vem faturando alto com palestras a empresários interessados em ouvir acerca de suas experiências e, pasmem, seus conselhos econômicos.
Achei curioso que um ex-metalúrgico, ex-socialista, ex-sindicalista, pudesse congregar empresários ao seu redor para dar, dentre outros, lições de economia. Haveria se tornado também um ex-analfabeto econômico ou um ex-idiota que combatia o capital até chegar à Capital do país?
Enquanto lia a notícia imprensada na tela, comecei a questionar minha própria capacidade de lidar com mudanças, bem como o excesso de severidade com que julgava o meu próximo. Porque esse personagem de nossa história havia finalmente encontrado o seu "eu interior" e descoberto que sua grande paixão era mesmo o capital (não me refiro a obra de Karl Marx), após haver embarcado na Capital e conhecido o Capitolum e o Presidente Obama, isso não seria motivo para repudiá-lo, repugná-lo ou deixar de amá-lo, ainda que sua história política tenha sido construída através de uma personagem criada pela Ford, que berrava em megafones que o povo unido jamais seria vencido, criara o partido (desmantelado?) dos trabalhadores e combatia o mesmo FMI para quem autorizou o empréstimo de milhões de dólares em seu governo.
Envergonhado, culpei-me pelos sentimentos que brotavam da minha alma. Afinal de contas, todos tem o direito de mudar e se o Lula compreendeu a importância da livre iniciativa, porque não aplaudi-lo e prestigiar as suas palestras?
A notícia deu conta de que estaria cobrando cerca de R$ 200.000,00 (duzentos mil Reais) por palestra e que sua agenda estaria lotada. Ora bolas, o que tem isso de mais? (ruminava meu "eu inferior" esquisofrenando o embalo daquelas indagações impertinentes).
Para o estrangeiro, o valor era bem maior, informava o respeitável veículo de imprensa, imprensando a nota sobre o fato do lado direito de quem olha a tela do computador.
Ironias à parte, o que um analfabeto que não consegue sequer falar direito poderia ensinar à Votorantim, à Gerdau, à empreiteira Essa e Aquela? Reposta: "informações privilegiadas".
Virou moda ex-presidentes da réles pública sobrevier de palestras cobrando quantias consideráveis (o jornal informa que o Fernando Henrique cobra em torno de cento e vinte mil) e, se como políticos não entendem porra nenhuma de economia, a única explicação viável aponta para o fato de que, desde a era Clinton nos Estados Unidos (que iniciou o modelo em amplitude internacional), inventou-se uma nova forma de vender informações privilegiadas: "fingir que vai dar uma palestra".
Ei, berrou a minha consciência: "você não pode pensar assim. É mesquinho e você não pode provar!".
Então eu acordei desse pesadelo que me acossou a paz durante virtuais segundos e, suado, pude constatar que tudo, exceto a notícia que eu li, não passara de um preciosismo de minha mente, mentindo para a minha realidade, na concepção de meus adormecidos traumas existenciais. Sigmund , o psicólogo, sorriu de mim ao lado de Dante.
Claro, pensei: "por duzentos mil Reais o Lula pode ensinar os empresários a ganhar dinheiro né!?
Claro, se o espaço alugado para receber os interessados comportar cerca de duzentos lugares, o "ingresso" custaria cerca de mil Reais. Mil Reais para ouvir o Lula falar......já ouvimos falar em lavagem de dinheiro, mas de informações privilegiadas.....cchhhiiiuuu! alertou minha consciência.
Claro. Todos tem o direito de se reunir pacificamente. Vou me reunir com o bom senso de toda uma nação (bem longe de Lulópolis, de preferência).
Achei curioso que um ex-metalúrgico, ex-socialista, ex-sindicalista, pudesse congregar empresários ao seu redor para dar, dentre outros, lições de economia. Haveria se tornado também um ex-analfabeto econômico ou um ex-idiota que combatia o capital até chegar à Capital do país?
Enquanto lia a notícia imprensada na tela, comecei a questionar minha própria capacidade de lidar com mudanças, bem como o excesso de severidade com que julgava o meu próximo. Porque esse personagem de nossa história havia finalmente encontrado o seu "eu interior" e descoberto que sua grande paixão era mesmo o capital (não me refiro a obra de Karl Marx), após haver embarcado na Capital e conhecido o Capitolum e o Presidente Obama, isso não seria motivo para repudiá-lo, repugná-lo ou deixar de amá-lo, ainda que sua história política tenha sido construída através de uma personagem criada pela Ford, que berrava em megafones que o povo unido jamais seria vencido, criara o partido (desmantelado?) dos trabalhadores e combatia o mesmo FMI para quem autorizou o empréstimo de milhões de dólares em seu governo.
Envergonhado, culpei-me pelos sentimentos que brotavam da minha alma. Afinal de contas, todos tem o direito de mudar e se o Lula compreendeu a importância da livre iniciativa, porque não aplaudi-lo e prestigiar as suas palestras?
A notícia deu conta de que estaria cobrando cerca de R$ 200.000,00 (duzentos mil Reais) por palestra e que sua agenda estaria lotada. Ora bolas, o que tem isso de mais? (ruminava meu "eu inferior" esquisofrenando o embalo daquelas indagações impertinentes).
Para o estrangeiro, o valor era bem maior, informava o respeitável veículo de imprensa, imprensando a nota sobre o fato do lado direito de quem olha a tela do computador.
Ironias à parte, o que um analfabeto que não consegue sequer falar direito poderia ensinar à Votorantim, à Gerdau, à empreiteira Essa e Aquela? Reposta: "informações privilegiadas".
Virou moda ex-presidentes da réles pública sobrevier de palestras cobrando quantias consideráveis (o jornal informa que o Fernando Henrique cobra em torno de cento e vinte mil) e, se como políticos não entendem porra nenhuma de economia, a única explicação viável aponta para o fato de que, desde a era Clinton nos Estados Unidos (que iniciou o modelo em amplitude internacional), inventou-se uma nova forma de vender informações privilegiadas: "fingir que vai dar uma palestra".
Ei, berrou a minha consciência: "você não pode pensar assim. É mesquinho e você não pode provar!".
Então eu acordei desse pesadelo que me acossou a paz durante virtuais segundos e, suado, pude constatar que tudo, exceto a notícia que eu li, não passara de um preciosismo de minha mente, mentindo para a minha realidade, na concepção de meus adormecidos traumas existenciais. Sigmund , o psicólogo, sorriu de mim ao lado de Dante.
Claro, pensei: "por duzentos mil Reais o Lula pode ensinar os empresários a ganhar dinheiro né!?
Claro, se o espaço alugado para receber os interessados comportar cerca de duzentos lugares, o "ingresso" custaria cerca de mil Reais. Mil Reais para ouvir o Lula falar......já ouvimos falar em lavagem de dinheiro, mas de informações privilegiadas.....cchhhiiiuuu! alertou minha consciência.
Claro. Todos tem o direito de se reunir pacificamente. Vou me reunir com o bom senso de toda uma nação (bem longe de Lulópolis, de preferência).
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Afinal de contas, não custa contar (ou: quando o hã!? e o dã?! se encontraram).
Recentemente foi divulgado pela imprensa nacional um caso que entrará para (ou pelo?) os anais da história da administração pública brasileira como sendo o caso mais....mais....mais...sei lá entende?
Eu ia dizer esquisito mas me dei conta que esquisito é achar o caso esquisito, já que a leviandade no uso e controle de recursos públicos é mais comum que escrever sobre quaisquer leviandades.
Apartemo-nos dos prolegômenos e abordemos logo acerca dos inergúmenos. Nós atados por laços culturais incontestavelmente incontestes, que vinculam o passado cultural herdado das debilidades mentais que aportaram na terra sem mal, há alguns séculos atrás, com a mesma debilidade travestida de novos tempos, conhecida sob a alcunha de democracia, traduzida como o sistema onde todos podem mentir sem distinção de raça, credo, origem ou classe social.
Noticiou-se que o Presidente do Tribunal de Contas da União , órgão responsável por fiscalizar as contas apresentadas por entes públicos, recebia altos valores para proferir palestras por ai, aduzindo sobre, pasmem, "ética e administração pública eficiente", sendo patrocinado pela Caixa Econômica Federal, Petrobrás, Banco do Brasil, etc. do Brasil e PQP do Brasil Sociedade Anônima. Entes que, diga-se de passagem, deveriam ser fiscalizados pelo TCU (embora lembre outra coisa é a abreviatura de Tribunal de Contas da União).
Alguém precisa informar a esse senhor (e algumas pessoas próximas que se beneficaram da união de esforços em prol da união de interesses apublicizados), que o Tribunal de Contas da União não tem esse nome porque busca unir o útil ao agradável, mas foi batizado assim porque deve auxiliar o Poder Legislativo a fiscalizar os recursos orçamentários aprovados pela sociedade, através de seus representantes legais.
Estamos chegando num ponto em que as instituições criadas pelo legislador constituinte para manter a integridade moral e legal do Estado, buscando a harmonia de poderes a eficiência de seu mister constitucional, atuam com total desprezo as regras de direito mais comezinhas, regras que, não fossem de direito (e constitucional), ainda assim deveriam ser observadas por qualquer pessoa, porque não dizem respeito a um complexo sistema legal que raramente se vê aplicado, mais a um imperativo de consciência de um nível tal, que qualquer criança poderia compreender.
Não existe a regra que determine "não seja sem vergonha", mas não ser "sem vergonha" é uma obrigação natural que decorre da regra (essa sim legal) que impele à administração pública a observar o princípio da legalidade, da moralidade, da impessoalidade e da eficiência. Não aludi ao princípio da publicidade de vergonha. Como poderia incluí-lo no contexto dessa frase sem corar diante do fato de que a publicidade pode ter sido evidenciada, o que, querido leitor, pode estar significando que tudo ocorreu de forma pública, talvez registrada no Diário Oficial da União. A união entre a contradição e maledição: o desprezível.
Fica aqui o aviso para que, ao votar ou apoiar medidas que impliquem na maior participação do Estado no cotidiano privado da nação, sob o pretexto da "ajuda aos pobres", da "regulamentação", do "controle das irregularidades", os leitores pensem e repensem mil vezes antes de contribuir para a implantação de uma espécie de máfia institucionalizada, cujos chefes ainda recebem o pronome de tratamento "Vossa Excelência". Obrigado Vossa Excelência pela sua majestosa corruptela, para não dizer corrupissão, a corruptela da expressão que melhor traduz nosso intencional equívoco gramatical.
Preciso ir a uma palestra, por isso devo me despedir.
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
2011: Brasil sejas liberto de ti mesmo, na parte que não te toca.
A Genetriz Estatal deseja a todos um ano novo novo, porque cansamos de acomodar o novo no contexto do mesmo que apenas mudou de ano. Não é, pois, a mudança de data que determina novos tempos, mas a mudança de postura diante de todas as imposturas que a continuidade poderia sugerir, como ser o mesmo num ano diferente, ou transformar todo um ano - vindouro - na poeira de um devir manjado, calejado e existencialmente desgastante, como se já soubessemos do infortúnio previsível representado pela total ausência de novidade.
Que esses dias eternos que se aproximam, eternizem a todos novas oportunidades, novos focos, novos desejos, novas perspectivas, diante de si mesmos, do outro e do todo que isso representa.
Que a nossa alma engravide de si mesma e que nada precise mesmo ser dito, exceto o obrigado que desconcerta toda e qualquer intolerância, premeditada ou não.
Que o Estado seja um ente invisível mais que estruturado, para poder servir mais que desagregar ou enganar.
Que o homem ignorante busque o conhecimento de si, para que o sábio possa difundir o conhecimento de nós, mas nós que não atam cordialidades naturalmente evidenciáveis.
Que o povo se ligue no fato de que ligados são mais fortes do que qualquer discurso, e que toda a velharia de política idosa faleça ante os nossos olhos e nossas escolas de samba, de ensinar e aprender probabilidades factíveis.
Que os pais não deleguem a criação de seus filhos a entes abstratamente criados, e que os filhos produzam sempre frutos mais aprimorados que seus pais, para poderem ensiná-los como fazer bem sem olhar a quem.
Que os professores aprendam a limpar de sua alma o grude de uma política burramente estatizante e joguem no lixo, após separá-los para reciclagem, todo o vício de aprisionar mentes infantis e juvenis, à idéia aburda de que se deve mesmo obedecer a governos incultos, apenas porque pagam o seu salário no final do mês. Deus os alimente com uma porção de coragem civil.
Que aqueles que reclamam da corrupção não alterem suas balanças, não errem no troco, não coloquem o preço errado nos seus produtos, não sabotem os dentes de seus clientes por dinheiro, não prognostiquem doenças que nunca existiram e não receitem remédios pelo afã de receber comissões ilicitamente contratadas com laboratórios e indústrias químicas.
Nós nos propusemos a defesa da tese de que fomos nós quem criou o Estado, e, como criação, este deveria nos servir e nos obedecer e não o contrário. Como alterar o curso das coisas se nós, diante do espelho de nós mesmos, agimos em dissenso com o que desejamos e que estado de coisas geramos quando a intenção não corresponde ao gesto.
Que 2011 seja o novo início de algo verdadeiramente novo. Um novo coletivamente inovador.
Genetriz Estatal estará a disposição de todo e qualquer brasileiro que deseje interagir com a multiplicidade de opniões possíveis no sentido de rever a relação homem e Estado, contribuindo (assim se espera) para que essa abstração criada para nos servir reflita melhor a alma e a expectativa de todos nós.
Todos nós sem exceção, exceto os nós que venham a insistir no intento de atar possibilidades mais estimulantes.
Feliz 2012 a todos!!
Que esses dias eternos que se aproximam, eternizem a todos novas oportunidades, novos focos, novos desejos, novas perspectivas, diante de si mesmos, do outro e do todo que isso representa.
Que a nossa alma engravide de si mesma e que nada precise mesmo ser dito, exceto o obrigado que desconcerta toda e qualquer intolerância, premeditada ou não.
Que o Estado seja um ente invisível mais que estruturado, para poder servir mais que desagregar ou enganar.
Que o homem ignorante busque o conhecimento de si, para que o sábio possa difundir o conhecimento de nós, mas nós que não atam cordialidades naturalmente evidenciáveis.
Que o povo se ligue no fato de que ligados são mais fortes do que qualquer discurso, e que toda a velharia de política idosa faleça ante os nossos olhos e nossas escolas de samba, de ensinar e aprender probabilidades factíveis.
Que os pais não deleguem a criação de seus filhos a entes abstratamente criados, e que os filhos produzam sempre frutos mais aprimorados que seus pais, para poderem ensiná-los como fazer bem sem olhar a quem.
Que os professores aprendam a limpar de sua alma o grude de uma política burramente estatizante e joguem no lixo, após separá-los para reciclagem, todo o vício de aprisionar mentes infantis e juvenis, à idéia aburda de que se deve mesmo obedecer a governos incultos, apenas porque pagam o seu salário no final do mês. Deus os alimente com uma porção de coragem civil.
Que aqueles que reclamam da corrupção não alterem suas balanças, não errem no troco, não coloquem o preço errado nos seus produtos, não sabotem os dentes de seus clientes por dinheiro, não prognostiquem doenças que nunca existiram e não receitem remédios pelo afã de receber comissões ilicitamente contratadas com laboratórios e indústrias químicas.
Nós nos propusemos a defesa da tese de que fomos nós quem criou o Estado, e, como criação, este deveria nos servir e nos obedecer e não o contrário. Como alterar o curso das coisas se nós, diante do espelho de nós mesmos, agimos em dissenso com o que desejamos e que estado de coisas geramos quando a intenção não corresponde ao gesto.
Que 2011 seja o novo início de algo verdadeiramente novo. Um novo coletivamente inovador.
Genetriz Estatal estará a disposição de todo e qualquer brasileiro que deseje interagir com a multiplicidade de opniões possíveis no sentido de rever a relação homem e Estado, contribuindo (assim se espera) para que essa abstração criada para nos servir reflita melhor a alma e a expectativa de todos nós.
Todos nós sem exceção, exceto os nós que venham a insistir no intento de atar possibilidades mais estimulantes.
Feliz 2012 a todos!!
terça-feira, 21 de setembro de 2010
O rei saiu do palácio para cabo eleitorar. Quem governa esse reino?
Eu cabo-eleitoro. Tu cabo-eleitoras. Ele cabo-eleitora. Nasce o verbo transitivo direto da primeira conjugação do modo presuntivo, porque a presunção é a de que nunca antes na história desse país, ficou tão evidente que a ausência de um Presidente da República, na função para o qual foi constitucionalmente nomeado (e na qual devia laborar em favor do bem comum), não significa nada para o andamento das coisas. A sociedade continua a se movimentar no sentido de seu natural movimento de evolução, mesmo que o Presidente da República passe o dia inteiro na rua, fazendo comícios em favor da candidata (e aliados políticos nos Estados) de seu partido, viajando de norte a sul (com que verbas, hein?) do país, tagarelando e cumprindo o seu mister primordial, qual seja, o de exercitar o mimetismo popular, fazendo de conta que é do povo e que se importa com o povo, confundindo-se com as pessoas que pensam que ele - o Presidente - realmente governa e é imprescindível para o deslinde dos fatos, ou mesmo, quiçá, para o progresso da nação.
Esse texto é propositadamente curto, pois, depois de muito pensar, não cheguei a conclusão nenhuma a respeito dessa evidência que , para consagrar-se científica, precisa apenas da confirmação da hipótese em caráter reiteratório (terceiro mandato via uma laranjada política?).
O Presidente da República, em campanha como se estivesse novamente se candidatando à reeleição, passa mais tempo que a própria canditada de seu partido nos arredores das praças, em entidades de classe, em meio a artistas (desinteressados, claro) e gravando mensagens para que as empresas de marketing o preparem para dizer que, nunca antes na história desse país, alguma coisa aconteceu (ele escolhe o que nunca antes na história desse país irá nunca ter acontecido).
Perplexidade, é o sentimento que melhor explica o que sente a minha alma, diante do fato de que o Chefe da nação passou o ano inteiro em campanha e ninguém perguntou quando foi que ele governou (eu vou mais além: quem disse que ele governa?). Eu gostaria de poder escrever nesse veículo de comunicação o seguinte: "gente, olha isso: o palácio do planalto está sem ninguém tomando conta e mesmo assim as coisas acontecem como se fosse necessário manter um contigente de pessoas ali, gerenciando a tomada de decisões que afetam todo o país". Mas a idéia de que isso era óbvio demais, ao invés de me desestimular, assustou-me, na medida em que, obviedade patente o fato de não termos presidente presidindo o país, ninguém parece se importar com isso. Isso é o que me importa externar: nunca antes na história desse país, um Presidente da República se dedicou tanto à reeleição de sua sucessora. Eita vontade de ajudar né? Ou estaríamos diante de um caso em que, dada a força com que o Presidente da República faz, inclusive com o uso da máquina pública, para atingir a sua meta principal (reeleger sua sucessora), a tese de um terceiro mandato invisível poderia lograr êxito se defendido por pessoas melhores qualificadas ?
Como nosso objetivo é contribuir para aprimorar o Estado Brasileiro, vamos parar de rir da situação e contribuir para o citado aprimoramento do aparelho que tem como fim promover o bem comum sem discriminações quaisquer (a todos, inclusive os que não forem do PT). Sugerimos que seja incluído no rol das matérias atinentes ao ensino fundamental, uma cadeira que poderia ser nominada "direito básico", no sentido de óbvio, mais do que evidente, inafrontável, onde se ensinaria que o cargo de Presidente estaria atrelado a um rol de funções públicas constitucionalmente atribuídas à Presidencia da República e que a pessoa ou a coisa que viesse, por desejo da maioria, investir-se naquele plexo de poderes legalmente instituídos, jamais poderia confundir-se com o nobre cargo cujo investimento (não estou falando de verba de campanha não) dar-se-ia a luz do Estado Democrático de Direito.
Se o nosso Presidente tivesse a oportunidade de aprender isso quando ainda estava no primário (antigo ensino fundamental), se é que ele possui o primário, certamente não criaria um canal de televisão "do governo", onde pudesse aparecer com sua candidata "inaugurando obras", e cujo tempo é dedicado a divulgação de sua exdrúxula imagem, ao invés de ser aproveitado com documentários, filmes (menos aqueles que contam a história de Presidente lançados em época de campanha eleitoral) e programas que promovessem o aprimoramento intelectual de seu povo.
Alegremo-nos, pois acabamos de descubrir que tanto faz o Presidente estar ou não na presidência, já que um presidente não serve mesmo para governar, mas não nos esqueçamos que há uma equipe econômica trabalhando na surdina (aliás, tem estado fora da mída nos últimos dias) para transformar a petrobrás em petroqueopariu, enriquecendo uma meia dúzia de investidores e políticos que tem informações privilegiadas, enquanto o povo, esse estranho governado, sequer se toca que o presidente não vem presidindo o Brasil há muito tempo.
Viva a não governança, porque corpos desatentos sempre dançaram ao sabor dos ventos. Viva o não nada que não faz tudo o que podia fazer pelo bem comum, viva qualquer coisa que qualquer um pode imaginar o que é, viva o que não morreu, porque nunca existiu mesmo....viva....viva...viva!
Esse texto é propositadamente curto, pois, depois de muito pensar, não cheguei a conclusão nenhuma a respeito dessa evidência que , para consagrar-se científica, precisa apenas da confirmação da hipótese em caráter reiteratório (terceiro mandato via uma laranjada política?).
O Presidente da República, em campanha como se estivesse novamente se candidatando à reeleição, passa mais tempo que a própria canditada de seu partido nos arredores das praças, em entidades de classe, em meio a artistas (desinteressados, claro) e gravando mensagens para que as empresas de marketing o preparem para dizer que, nunca antes na história desse país, alguma coisa aconteceu (ele escolhe o que nunca antes na história desse país irá nunca ter acontecido).
Perplexidade, é o sentimento que melhor explica o que sente a minha alma, diante do fato de que o Chefe da nação passou o ano inteiro em campanha e ninguém perguntou quando foi que ele governou (eu vou mais além: quem disse que ele governa?). Eu gostaria de poder escrever nesse veículo de comunicação o seguinte: "gente, olha isso: o palácio do planalto está sem ninguém tomando conta e mesmo assim as coisas acontecem como se fosse necessário manter um contigente de pessoas ali, gerenciando a tomada de decisões que afetam todo o país". Mas a idéia de que isso era óbvio demais, ao invés de me desestimular, assustou-me, na medida em que, obviedade patente o fato de não termos presidente presidindo o país, ninguém parece se importar com isso. Isso é o que me importa externar: nunca antes na história desse país, um Presidente da República se dedicou tanto à reeleição de sua sucessora. Eita vontade de ajudar né? Ou estaríamos diante de um caso em que, dada a força com que o Presidente da República faz, inclusive com o uso da máquina pública, para atingir a sua meta principal (reeleger sua sucessora), a tese de um terceiro mandato invisível poderia lograr êxito se defendido por pessoas melhores qualificadas ?
Como nosso objetivo é contribuir para aprimorar o Estado Brasileiro, vamos parar de rir da situação e contribuir para o citado aprimoramento do aparelho que tem como fim promover o bem comum sem discriminações quaisquer (a todos, inclusive os que não forem do PT). Sugerimos que seja incluído no rol das matérias atinentes ao ensino fundamental, uma cadeira que poderia ser nominada "direito básico", no sentido de óbvio, mais do que evidente, inafrontável, onde se ensinaria que o cargo de Presidente estaria atrelado a um rol de funções públicas constitucionalmente atribuídas à Presidencia da República e que a pessoa ou a coisa que viesse, por desejo da maioria, investir-se naquele plexo de poderes legalmente instituídos, jamais poderia confundir-se com o nobre cargo cujo investimento (não estou falando de verba de campanha não) dar-se-ia a luz do Estado Democrático de Direito.
Se o nosso Presidente tivesse a oportunidade de aprender isso quando ainda estava no primário (antigo ensino fundamental), se é que ele possui o primário, certamente não criaria um canal de televisão "do governo", onde pudesse aparecer com sua candidata "inaugurando obras", e cujo tempo é dedicado a divulgação de sua exdrúxula imagem, ao invés de ser aproveitado com documentários, filmes (menos aqueles que contam a história de Presidente lançados em época de campanha eleitoral) e programas que promovessem o aprimoramento intelectual de seu povo.
Alegremo-nos, pois acabamos de descubrir que tanto faz o Presidente estar ou não na presidência, já que um presidente não serve mesmo para governar, mas não nos esqueçamos que há uma equipe econômica trabalhando na surdina (aliás, tem estado fora da mída nos últimos dias) para transformar a petrobrás em petroqueopariu, enriquecendo uma meia dúzia de investidores e políticos que tem informações privilegiadas, enquanto o povo, esse estranho governado, sequer se toca que o presidente não vem presidindo o Brasil há muito tempo.
Viva a não governança, porque corpos desatentos sempre dançaram ao sabor dos ventos. Viva o não nada que não faz tudo o que podia fazer pelo bem comum, viva qualquer coisa que qualquer um pode imaginar o que é, viva o que não morreu, porque nunca existiu mesmo....viva....viva...viva!
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Tenha bom siso!!!!
Ontem minha esposa indagou-me se censo se escrevia com "s" ou com "c". Meu bom senso me fez estabelecer uma linha direta com minha parca memória gramatical, e, por inevitável, imaginando que pudesse ter lido meu artigo, postado sob o título de "Tenha bom senso", respondi que se escrevia com "c" (claro, após haver me certificado de que a pergunta estava relacionada com as estatísticas oficiais do governo). Hoje, meu próprio senso de ridículo me determinou que revisasse o texto escrito sobre ter bom senso. Ao abrir minha caixa de correios eletrônicos, deparei-me com alguns comentários efetuados por eventuais leitores, encontrando, dentre eles, um que muito elegantemente me informava que censo se escreve com "c". Decidi revisitar o blog e relendo o texto, apartartei-me momentaneamente do contexto, para efetuar um censo interno, visando aferir o meu bom senso.
A par do título, cujo senso estabeleceu-se com "s", notei, no meu censo, que a expressão senso foi utilizado para explicitar que a "moça do senso" (entre aspas) estava a subir para realizar...(três pontos) o senso (sem aspas). Aspas às vezes encarceram a semântica, pensei.
Egoicamente, precisei justificar o erro para transformá-lo em acerto e me pus a revisar o texto (coisa que qualquer pessoa decente faz quando publica algo). Metáfora, pensei. Claro: "não vê que o recurso linguístico da metáfora foi usado como forma de associar a falta de bom senso com o censo desprovido de senso?" (desconsidere essas aspas)
A desculpa estava quase colando ao ego do meu senso (bom?), quando me deparei com a expressão "ressenceadora", alusiva à moça que subia para realizar o censo (escrito no texto com "s" de sinedoque), como se um mal censo, na ventura do porvir, pudesse equivaler a total falta de senso impresso pela incoerência que se pretendia demonstrar. Você errou! Pensei contraditado.
Mas o senso que revela a nova cara do Brasil estava entre aspas, dizia o advogado de meu ego contra a promotoria desvairada que me imputava o delito de erro qualificado pelo resultado, enquanto eu mesmo aumentava a pena que me impunha, tamanha a culpa que senti.
Demiti o meu advogado e confessei o crime: errei porra! A figura de linguagem era minha única testemunha, reclassificada, então, para a condição de "testemunha indefesa", posto que mostrou indefensável a tese de que de defesa se tratava a testemunha.
Indignado com a brutalidade do erro gramatical cometido, mas no uso de meu bom senso, confesso publicamente que a palavra CENSO se escreve com a letra "c" e que o texto diz respeito ao ato de angariar informações organizadas de forma a produzir dados estatísticos para fins gerencias. Pelas minhas contas (o meu censo), errei 3 vezes mais o título, que, paradoxalmente, pede pelo bom senso de todos...(três pontos, friza-se por via das dúvidas).
Até agora não sei se o título também foi equivocadamente (já que eu não erro nunca) postado.
Acho que o texto torceu o título, como um homem que olha para trás, movimentando a sua cabeça no sentido inverso ao do seu corpo.
Para minorar o erro, ao invés de mudar a posição do corpo do texto, apenas virarei a cabeça no sentido do contexto, afastado provisoriamente neste texto, conforme se dissume da leitura do primeiro parágrafo supra editado. ZZZZUUUUUMMMM!! Pronto. Olhei para a frente e coloquei o texto em harmonia com o seu contexto.
Agradeço sinceramente pela correção, prometendo a cada dia aperfeiçoar-me na correção dos textos, para que os contextos não andem para trás....
Melhor ainda: para não ter o trabalho de acertar o "censo" registrado no texto com "s" , mudarei o título do texto, para que o contexto não seja desconfigurado.
Onde se lê: "Tenha bom senso!", leia-se "Tenha bom siso".
Errata errada para acertar a certata. Obrigado pela atenção.
Ontem minha esposa indagou-me se censo se escrevia com "s" ou com "c". Meu bom senso me fez estabelecer uma linha direta com minha parca memória gramatical, e, por inevitável, imaginando que pudesse ter lido meu artigo, postado sob o título de "Tenha bom senso", respondi que se escrevia com "c" (claro, após haver me certificado de que a pergunta estava relacionada com as estatísticas oficiais do governo). Hoje, meu próprio senso de ridículo me determinou que revisasse o texto escrito sobre ter bom senso. Ao abrir minha caixa de correios eletrônicos, deparei-me com alguns comentários efetuados por eventuais leitores, encontrando, dentre eles, um que muito elegantemente me informava que censo se escreve com "c". Decidi revisitar o blog e relendo o texto, apartartei-me momentaneamente do contexto, para efetuar um censo interno, visando aferir o meu bom senso.
A par do título, cujo senso estabeleceu-se com "s", notei, no meu censo, que a expressão senso foi utilizado para explicitar que a "moça do senso" (entre aspas) estava a subir para realizar...(três pontos) o senso (sem aspas). Aspas às vezes encarceram a semântica, pensei.
Egoicamente, precisei justificar o erro para transformá-lo em acerto e me pus a revisar o texto (coisa que qualquer pessoa decente faz quando publica algo). Metáfora, pensei. Claro: "não vê que o recurso linguístico da metáfora foi usado como forma de associar a falta de bom senso com o censo desprovido de senso?" (desconsidere essas aspas)
A desculpa estava quase colando ao ego do meu senso (bom?), quando me deparei com a expressão "ressenceadora", alusiva à moça que subia para realizar o censo (escrito no texto com "s" de sinedoque), como se um mal censo, na ventura do porvir, pudesse equivaler a total falta de senso impresso pela incoerência que se pretendia demonstrar. Você errou! Pensei contraditado.
Mas o senso que revela a nova cara do Brasil estava entre aspas, dizia o advogado de meu ego contra a promotoria desvairada que me imputava o delito de erro qualificado pelo resultado, enquanto eu mesmo aumentava a pena que me impunha, tamanha a culpa que senti.
Demiti o meu advogado e confessei o crime: errei porra! A figura de linguagem era minha única testemunha, reclassificada, então, para a condição de "testemunha indefesa", posto que mostrou indefensável a tese de que de defesa se tratava a testemunha.
Indignado com a brutalidade do erro gramatical cometido, mas no uso de meu bom senso, confesso publicamente que a palavra CENSO se escreve com a letra "c" e que o texto diz respeito ao ato de angariar informações organizadas de forma a produzir dados estatísticos para fins gerencias. Pelas minhas contas (o meu censo), errei 3 vezes mais o título, que, paradoxalmente, pede pelo bom senso de todos...(três pontos, friza-se por via das dúvidas).
Até agora não sei se o título também foi equivocadamente (já que eu não erro nunca) postado.
Acho que o texto torceu o título, como um homem que olha para trás, movimentando a sua cabeça no sentido inverso ao do seu corpo.
Para minorar o erro, ao invés de mudar a posição do corpo do texto, apenas virarei a cabeça no sentido do contexto, afastado provisoriamente neste texto, conforme se dissume da leitura do primeiro parágrafo supra editado. ZZZZUUUUUMMMM!! Pronto. Olhei para a frente e coloquei o texto em harmonia com o seu contexto.
Agradeço sinceramente pela correção, prometendo a cada dia aperfeiçoar-me na correção dos textos, para que os contextos não andem para trás....
Melhor ainda: para não ter o trabalho de acertar o "censo" registrado no texto com "s" , mudarei o título do texto, para que o contexto não seja desconfigurado.
Onde se lê: "Tenha bom senso!", leia-se "Tenha bom siso".
Errata errada para acertar a certata. Obrigado pela atenção.
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